29 outubro 2016

O Lar das Crianças Peculiares

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Ooi gente, tudo bom??
Eu fui assistir O Lar das Crianças Peculiares e assim que o filme acabou eu comecei a escrever essa resenha, pois senti necessidade de falar enquanto estou empolgada.
Pois bem, O Lar das Crianças Peculiares é um filme baseado no livro de Ranson Riggs, O Orfanato da srta. Peregrini para crianças peculiares, e o filme foi dirigido por ninguém mais, ninguém menos que Tim Burton. Não é de hoje que admiro o trabalho do Tim, cresci vendo Coraline, O estranho mundo de Jack, Alice no pais das maravilha e entre outros. Então quando eu soube que esse filme seria dirigido por ele, joguei minhas expectativas lá em cima e ignorei o fato de os últimos filmes dele não terem sido tão bons assim.
Pra você que nunca ouviu falar sobre O Lar das Crianças Peculiares, vou deixar abaixo a sinopse e o trailer.
Após a estranha morte de seu avô (Terence Stamp), o jovem Jake (Asa Butterfield) parte com seu pai para o País de Gales. Lá ele pretende encontrar a srta. Peregrine (Eva Green), atendendo ao último pedido do avô, que lhe disse que "ela contará tudo". Só que, ao chegar, descobre que o local onde ela viveria é uma mansão em ruínas, que foi atingida por um míssil durante a Segunda Guerra Mundial. Ao investigar a área, Jake descobre que lá há uma fenda temporal, onde a srta. Peregrine vive e protege várias crianças dotadas de poderes especiais.

 A sinopse é bastante atrativa e o elenco me deu a esperança de ter o melhor filme do ano. Mas não foi isso que eu vi. Eu comprei um produto e recebi outro completamente diferente, desgastante e um tanto incompetente. A história é monótona, e as crianças não são tão peculiares assim. O que eu vi foi umas crianças bonitas e bem vestidas com algumas peculiares bem sem graça. A propósito pareciam até que eram filhos de super heróis famosos da Marvel ou DC. Suas peculiaridades eram jogar fogo pelas mãos, voar, ser invisível, ter super foça, cuspir insetos, ver os monstros invisíveis, a peculiaridade que mais me chamou atenção foi de um garoto que dava vida aos objetos mortos.

Eva Green

Agora falando um pouco sobre os atores achei que a Eva Green foi um desperdício de talento nesse filme, senti que faltou espaço para ela mostrar mais de si.

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Terence Stamp foi maravilhoso em sua atuação, nos deixou com vontade de ser neto dele e escutar suas historias todas as noites. Ele tinha a peculiaridade de ver todos os tipos de pessoas peculiares, e passou isso para seu neto Jake interpretado pelo ator Asa Butterfield que aproposito achei um péssimo ator, não senti nenhuma emoção e expressão nele,

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Ella Purnel é uma graça, senti muita delicadeza e simpatia em seu personagem, gostei muito da atuação dela.

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Samuel L. Jackson como sempre é o melhor, ele interpretou um vilão muito engraçado e as suas cenas foram as melhores do filme.

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Agora falando dos detalhes técnicos, a fotografia do filme é muito atrativa e o visual dos personagens me lembra a verdadeira essência de Tim Burton. Tudo é muito sombrio e as cores são no tom pastel, podendo encontrar originalidade nos detalhes do cenário. Porém o que contribuiu ainda mais para me deixar decepcionada foi o fato do 3D ser completamente dispensável nesse filme,inclusive achei que o 3D só me atrapalhou.

Mas eu sempre digo, assista e tire suas propiás conclusões pois o que é ruim para mim pode ser bom para você e vice versa. Eu espero que vocês tenham gostado da critica e se tiver algum filme que queiram que eu comente é só deixar nos comentários, Um beijo e até  próximo post.



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